Aviso prévio: Esse post vai falar só de futilidades, tô no meu intervalo de estudos e quero esfriar um pouco a cabeça.
Ontem pela tarde, saí com mamãe à procura de uma cadeira confortável pra eu usar no meu quarto, estivesse no computador ou estudando. Andamos, andamos e nada de cadeira. Só achamos uma enooorme, daquelas típicas de chefe de gabinete. Mesmo muito confortável, ela não caberia aqui. Acabamos entrando numa lojinha de importados e achei uma luminária digna pra minha mesa: um urso orelhudo e azul. Acabei de ver que ele parece o Mickey, mas eu espero que ele seja um urso porque… enfim. Não sei o porquê. É recarregável em energia elétrica: sem fios em cima da minha mesa, sem fios na hora de carregar (saem os plugs das costas dele e depois dá pra “recolher” de novo), pequeno… Perfeito pra mim :) Só lamento ele ter sido comprado NESSA loja, porque daqui uns dias ele não vai mais servir pra nada (espero isso que demore) e eu adoraria comprar outro pra substituir.
Hoje, quando cheguei da aula, dei de cara com minha cadeira no seu devido lugar. No tamanho ideal pro quarto, pra mim, pra tudo. E na cor ideal também, tô muito menininha e não ia suportar ter que sentar todos os dias numa cadeira azul-escritório. O melhor de tudo é que não tive que sair hoje de tarde -de novo- pra procurar cadeiras.

As fotos foram tiradas assim que eu pausei o estudo e decidi que iria ligar um pouco aqui pra me distrair por “meia horinha”. Quem adivinhar o assunto que eu tava estudando por essa meia-fórmula aí na lousa ganha… bah, nada. Só fama de uma boa estudante (ou boa ex-estudante, que seja).
Na primeira foto aqui embaixo tá o meu Goomba (vilão do Mário… aí você pergunta “que Mário?!”), que comprei pela internet e chegou ontem pelo correio. Vai pra minha quase-coleção de chaveiros, porque tenho medo de usar na bolsa e alguém roubar, coisa que já aconteceu enquanto eu frequentava a escola.
Também encontrei sobre a mesa o batom/gloss/sei lá que eu pedi há umas semanas. E sinceramente, esse brilho labial(!) foi uma super descoberta que fiz há 2 ou 3 anos porque não deixa a boca pintada de cor forte estilo “sou perua, uso batom vermelho às 7 horas da manhã pra assistir aula de cursinho” e nem deixa tudo lambuzado de gloss, como quem acaba de atacar um prato enorme de frango frito e gorduroso. Conheci meninas que iam pra escola assim e se achavam O MÁXIMO. Não duvido que ainda usem, mesmo na faculdade. Fica nojento, sério. Desde os 12 ou 13 anos, quando comecei a usar gloss, eu já tinha noção de bonito X meu-gloss-vazou. Voltando ao meu brilhinho labial, ele é perfeito porque dá uma corzinha discreta na boca, o suficiente pra que eu não me sinta uma morta-viva de manhã cedo, e umedece discretamente, só pra tirar o aspecto de boca seca mesmo. Na segunda foto, o novo é o primeiro, de morango, e o desbotado que já foi pro lixo é de cereja, meio rosa/roxo. Além da embalagem toda apagada, o cheiro tinha mudado, por isso pedi outro. O novo é mais cheirosinho, mas colore menos a boca – fica mais natural, o de cereja deixava claro que eu tinha passado alguma coisa. Recomendo comprar os dois (pra escolher o preferido), são bem baratos e ficam muito mais bonitos que muito gloss e batom bregão por aí.

Pra fechar o post mais menininha do ano com chave de ouro, vou falar um pouco do esmalte que eu tô usando (o das fotos aí em cima). Domingo fui ao salão com minha sogra… Sozinha, não frequento salões. Acho desperdício pagar 20 reais em uma unha que eu mesma posso fazer, mas ela me convidou só pela companhia e acabei saindo de lá como outra pessoa. Fiz as unhas, fui cortada e massacrada em dois dedos que ainda doem no banho e arranjei outro motivo pra não fazer as unhas em salão, mas não era sobre isso que eu queria falar. Encontrei nas opções de cores o Tamara, da Risqué. Esse esmalte era o único vermelho que eu colocava nas minhas unhas há 3 anos e parou de ser fabricado. Só descobri no final do ano passado (eu ainda tinha um vidrinho e quando acabou, fui procurar outro) e desde então eu tô em busca do vermelho perfeito. Na segunda foto ele tá mais escuro porque já estava anoitecendo, mas ele não chega a ser vinho. Não tem como descrever a cor, mas vou usar as palavras da dona desse blog: “não chega a ser um vermelho escandaloso, é discreto porque não é berrante, mas nem um pouco sem graça”. Enfatizo muito essa parte que diz que ele não é berrante, e é o que faz com ele seja meu tom favorito de vermelho pra sempre. Ainda arrisco dizer que ele ficou um pouco mais escuro do que costumava ser, se minha memória é boa. Deve ser porque tá perto de vencer. Quando eu falei pra manicure que ele parou de ser fabricado, ela olhou a data de validade e é até julho desse ano. Descobri que a dona desse outro blog também era apaixonada por ele e achou um substituto à altura, o Salto Alto, da Colorama. Vou procurar e testar, minhas buscas pelo vermelho-perfeito estão me frustrando cada vez mais. Ou é vermelho neon, ou é um rosa escuro, ou vinho (tipo Rebu)… assim fica difícil. Só sei que não volto no salão só por causa dele (já me conformei), prezo pelos meus dedinhos sem cortes ou buracos.